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Capacidade de pronta entrega definirá sucesso nas vendas do final do ano

Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio), o Natal brasileiro de 2018 deve gerar R$ 34,5 bilhões ao varejo, 2,8% a mais que no ano passado. Somente os setores de supermercados, vestuário, artigos pessoais e domésticos responderiam por 75% dessas vendas.

Mesmo as dúvidas e a prudência de consumidores e varejistas não implicaram necessariamente em uma retração. Pelo contrário, após um longo período de economia fragilizada, qualquer recuperação de renda pode ser direcionada a demandas latentes, como trocar o celular ou fazer aquele churrasco com os amigos.

O cenário otimista pós-eleição indica um forte movimento de compras de última hora por parte dos varejistas que precisará ser correspondido por uma grande capacidade de pronta entrega da indústria. Quem estiver preparado para fornecer mais em menos tempo conseguirá aumentar suas vendas e ainda se posicionará como o melhor parceiro dos seus clientes, conquistando uma parcela ainda maior de mercado.

A estratégia de agregar uma série de inovações tecnológicas permite a indústria e ao varejo alcançar esses novos patamares de Eficiência Operacional e Inteligência de Negócios, que redefinem a rentabilidade e a qualidade de atendimento aos consumidores. Mas por onde começar?

Transformação digital do início ao fim: integração da linha de produção à gôndola

No dia a dia das lojas, é comum ver o comprador negociando seu limite de cartão em um app, sem ter que perder horas para efetivar a operação. O varejista pode esperar o mesmo tipo de agilidade dos fornecedores que lhe atendem, com benefícios ainda maiores ao seu negócio.

Suportados por soluções móveis que se integram a todos os sistemas de backoffice envolvidos na tomada de pedidos (com informações estratégicas de regras de negócios, estoque, logística etc.), os profissionais de vendas em campo conseguem dar uma resposta muita mais rápida e confiável ao lojista.

É claro que para se resolver tudo em tempo real e na tela de um smartphone, a estrutura operacional e de backoffice precisa estar devidamente organizada. É uma tarefa desafiadora, mas também viabilizada por novas tecnologias e arquiteturas que facilitam a integração de todas as frentes, inclusive com os sistemas legados.

A rapidez, eficiência e principalmente a confiabilidade que a força de vendas ganha certamente vai pesar nas preferências e nos resultados da indústria de bens de consumo. Resultados?

Sim, a inteligência de negócio agregada às vendas em campo garante melhor performance durante a jornada!

Um valor agregado típico de qualquer profissional de vendas da indústria é informar ao PDV os itens que mais tiveram saída na região ou em determinado período. Se essa consultoria for sustentada por insights fornecidos por um assistente digital com registro histórico de vendas, dados estratégicos e sugestão de mix e pedido ideal, tudo em tempo real, os benefícios ao negócio são ainda maiores. Além disso, a estrutura de logística, por sua vez, já se ajusta à antecipação de tendências e dá ainda mais condições e agilidade para que o varejista aproveite as oportunidades.

Entre a prudência e a agilidade, hoje é possível se equilibrar as duas coisas. Embora nem mesmo as mais sofisticadas predições resistam a um cenário de tantas mudanças, é possível atuar estrategicamente com o uso de dados coletados em campo que permitem adaptações em tempo real de toda operação às oportunidades do momento.

A tecnologia hoje permite essa atuação inteligente em todas as rotas para o mercado. Quem se preparar antes, se beneficiará mais e irá diferenciar-se dos concorrentes fechando o ano economicamente saudável o que lhe garantirá uma base sólida para um crescimento sustentável em 2019.

*Sandra Vaz é Vice-presidente de Vendas & Marketing da MC1

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