Entre os principais problemas para se promover a informatização plena das escolas figuram o vandalismo, o roubo de equipamentos e a perda de controle por parte do professor, em especial quando há um equipamento para cada aluno e se pode acessar livremente a internet, trafegar dados ou enviar e receber e-mails.
A paranaense Cequipel, a maior fabricante da América Latina de mobiliário escolar tradicional, com produção de 4 mil carteiras diárias, há oito anos resolveu investir em hardware para a educação para romper com estas dificuldades e encontrar um produto que tornasse mais simples o processo. Há quatro anos, concluiu o desenvolvimento do que acredita ser a fórmula ideal de hardware e, há três anos, começou a intensificar a comercialização de um tipo de carteira informatizada para dois alunos.
“Adotamos o conceito thin client, pelo qual o conjunto das carteiras, que são duplas, permanece conectado a somente um servidor, o do professor, acabando com os problemas e ainda reduzindo o custo da informatização – cada unidade custa R$ 2,5 mil e inclui o móvel”, afirma Airton Oppitz, presidente da empresa fundada há 25 anos e com fábricas em São José dos Pinhais (PR), Biguaçu (SC) e Aracaju (SE).
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