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Bunge adota centro de serviços compartilhados

A Bunge Alimentos divulgou nesta quinta-feira (05/06) que está adotando o conceito de centro de serviços compartilhados (CSC) para conduzir os 377 processos e as 800 transações realizadas nas áreas financeira, de controladoria, fiscal e de recursos humanos. Esta última opera para atender 5,6 mil funcionários dos 27 sites que compõem o conglomerado no país. As atividades, que deixaram de ser atendidas por sistemas legados, hoje são controladas pelo ERP da SAP, que acaba de ser implantado na empresa.

Os projetos, tanto de implementação do ERP quanto o do Centro de Serviços Compartilhados, estão a cargo da Sonda Procwork, que estabeleceu o site próximo à matriz da Bunge Alimentos, em Gaspar (SC). O objetivo é utilizar esse conceito para suportar o crescimento da companhia, que vem entrando em novos negócios ao longo dos últimos anos.

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Os 190 profissionais do Centro de Serviços Compartilhados da Sonda Procwork são, na maioria, ex-colaboradores da Bunge que pertenciam às áreas que tiveram parte de suas atividades absorvidas. Vera da Silva, gerente administrativo-financeira da Bunge, disse que o novo modelo garante a continuidade das atividades com qualidade, já que os profissionais assumiram as principais atividades do CSC.

O contrato do centro é de cinco anos, renovável, e tem como meta a melhoria da produtividade, qualificação e especialização dos profissionais, bem como a redução de custos, uma vez que o CSC fará o compartilhamento das atividades operacionais com outras empresas, o que deve gerar serviço em escala e criar condições para a redução de custos. Este modelo, implantado no Brasil, servirá de benchmarking para as outras operações globais da indústria.

Segundo o CFO da Bunge, Ivo Dreher, quando a empresa decidiu por este conceito era o momento ideal para iniciar a substituição dos sistemas legados por um ERP, que suportasse o crescimento da empresa.

O próximo passo da Bunge é redesenhar todos os seus processos baseando-se no que é oferecido pelo SAP e, em seguida, preparar a parametrização do sistema para a implementação de novas funções. Mesmo reconhecendo que os sistemas legados atenderam as demandas da companhia até aqui, o gerente de TI da empresa, Silvio Heusi, lembrou que o novo sistema de gestão deve integrar todos os negócios e suportar o crescimento da companhia.

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