Logo em seguida do Bugbear vem o Gibe.C, responsável por 7,02% das invasões. Este, por sua vez, se se espalha por meio de e-mails em uma mensagem que copia o design da Microsoft, fazendo o usuário pensar que trata-se de uma correção de segurança da empresa.
Em terceiro lugar aparece o Blaster, com 5,95% dos ataques, enquanto em quarto surge o Parite.B. Ocupando a quinta e sexta posições estão o Klez.I, com sobre 4,53%, e o PSW. Bugbear. B, com 3,63% dos ataques. Duas variantes do worm Blaster – Blaster.E e Blaster.C – ficaram com o sétimo e o oitavo lugares, com 3,20% e 3,17% das incidências, respectivamente.
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