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Brasil ocupa 26ª posição no Índice Global de Conectividade

O Brasil ocupa a 26ª posição no Índice Global de Conectividade (GCI), apresentado pela Huawei. O relatório apresenta indicadores para medir, analisar e projetar impacto das TICs no processo de transformação das nações na economia digital.
De acordo com o levantamento, o País se apresenta como um dos líderes no bloco dos países em desenvolvimento, representando a 6ª posição. Na América Latina, o Brasil está atrás apenas do Chile (20ª no ranking global) e em terceiro no BRICS – atrás da China (23º) e da Rússia (25º).
Os países em desenvolvimento – tendo o Brasil, China, Chile e Emirados Árabes liderando este grupo no GCI – têm diminuído a distância em relação aos países desenvolvidos em termos de oferta de conectividade. Entretanto, os mercados em desenvolvimento ainda estão atrás das economias maduras quando se trata de demanda de conectividade e experiência.
Entre os países em desenvolvimento, o Brasil ocupa a 8ª colocação em penetração de banda larga móvel, liderando o grupo. A expectativa é que o País avance nas próximas edições do GCI em vista do Plano Nacional de Banda Larga, promovido pelo Governo Federal. Por outro lado, em relação à acessibilidade de banda larga, especialmente a móvel, o Brasil ocupa as últimas colocações, em 39ª posição mundial.
Apesar de uma ampla quantidade de fornecedores de computação em nuvem no País, o que acarreta um elevado índice de oferta dessa modalidade, percebe-se que a migração de indústrias tradicionais para a plataforma em nuvem ainda está embrionária no Brasil, com um índice de apenas 1 entre 5 possíveis. Esses indicadores apontam um alto potencial de crescimento da computação em nuvem.
Os data centers são a base para os avanços esperados em TIC e são catalizadores para a adesão generalizada de computação em nuvem, big data e IoT. O GCI mostra que o Brasil ultrapassou a maioria dos países em desenvolvimento na adoção de banda larga e data centers, porém se mantém muito atrás dos países desenvolvidos, onde o investimento no setor é três vezes maior do que o de países em desenvolvimento.

O GCI da Huawei apontou ainda que o número de servidores existentes nos países desenvolvidos é 2,5 vezes maior do que no Brasil e os serviços de gestão de data centers é 2 vezes maior, o que indica o grande potencial de crescimento no País.

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