Para Chris Belthoff, analista sênior de segurança da companhia, nem mesmo a legislação anti-spam norte-americana foi capaz de frear as ações de seus spammers. “As mensagens indesejadas são um problema global e muitos governos passaram a dar início a uma série de iniciativas para minimizar o problema. O fato é que nenhuma lei resolverá a questão de forma isolada”, diz.
O estudo realizado pela Sophos revelou ainda que embora um grande número de spams seja enviado pelos computadores dos Estados Unidos, muitos não são conhecidos do proprietário do PC. “Nossa análise indica que boa parte tem origem na Rússia, mesmo que este país apareça em 28º lugar na lista”, ressalta Belthoff. Segundo o executivo, tudo indica que hackers vêm entrando nas máquinas de outros países e enviando os spams via PCs infectados.
“Mais de 30% dos spams são enviados através de computadores contaminados, mostrando mais uma vez que é necessário trabalhar de forma coordenada para impedir este tipo de atividade”, completa. A Sophos alerta também os usuários residenciais, particularmente aqueles que possuem conexões banda larga, os quais devem verificar se não estão sendo utilizados como spammers sem saber.
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