Grande parte do esforço de Alexandre de Barros como diretor de tecnologia está relacionado a fusão das operações Itaú-Unibanco. Enquanto trabalha para definir arquiteturas e ter um ambiente estabelecido no próximo ano, o executivo enfrenta o grande desafio de não impactar operações da base de correntistas dos bancos.
“O cliente não quer saber de sinergia e integração de sistemas. Ele quer ter seu banco com boa qualidade”, resume o executivo, que considera fundamental começar os trabalhos dos departamentos de tecnologia em processos de fusão projetando a experiência do cliente pós-integração. “O resto é consequência”, define.
Segundo o executivo, muitas vezes se comete o erro de identificar um vencedor ou perdedor nesses processos baseado em que banco comprou quem. “Não estamos impondo culturas”, reflete Barros, salientando ainda que essa questão pouco importa, pois, da integração sempre surgirá “um banco novo”. O CIO comenta que as equipes de tecnologia do Itaú-Unibanco já estão integradas, bem como alguns sistemas.
Barros acredita que os processos de incorporação precisam de movimentos rápidos. “Quanto mais cedo as decisões são tomadas, mais cedo as pessoas entram nas agendas normais de trabalho”, comenta o executivo.
Leia mais
Confira o especial sobre o Ciab 2009, com todas as notícias do evento. O Ciab ocorre de 17 a 19 de junho em São Paulo.
A Comissão Europeia determinou que a Meta reestabeleça o acesso de assistentes de inteligência artificial…
As negociações com as ações da SpaceX têm início nesta quinta-feira, 12, em uma oferta…
A ascensão dos agentes de inteligência artificial (IA) está criando uma oportunidade para plataformas de…
Continuam abertas as inscrições para o prêmio Executivo de TI do Ano 2026. A iniciativa,…
A Meta anunciou um investimento de US$ 115 milhões para criar um programa de capacitação…
A Apple utilizou a edição de 2026 da Worldwide Developers Conference (WWDC) para apresentar uma…