Para exemplificar essa realidade, ele comparou 3 diferentes períodos. Em 2007, quando o primeiro iPhone foi lançado, por exemplo, a quantidade de dados digitais era de ¼ de zettabyte, em 2013 esse total já é de 2 zettabites e a expectativa é que, em 2020, o total deva alcançar uma faixa entre 40 a 60 zetabytes.
Junto com esse aumento de dados, as aplicações e os dispositivos tecnológicos também sofreram diversas modificações, juntamente com a expansão do uso das redes sociais. ?Com isso, o perímetro de segurança que era poroso em 2007, passou a ser inexistente em 2013 e chegará um ponto, com cloud computing, em que não haverá um controle direto da infraestrutura física?, explica Coviello.
Dessa forma, ele acredita que o modelo atual de segurança não pode ser apenas reativo, tem que ser baseado no risco. ?A ideia é detectar as ameaças e reagir a tempo. É tudo com foco no risco e não no perímetro. É um modelo de inteligência?, diz. Neste caso, as empresas precisam identificar o que é importante e crítico para os seus negócios e focar a estratégia de segurança nisto, seja em uma informação específica ou em uma transação. Para chegar a esse modelo, Coviello explica investimento deve ser feito em controles que sejam orientados a Big Data.
*A jornalista viajou a Las Vegas a convite da EMC
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