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Big data é a aposta da Greenplum para crescer no Brasil

A Greenplum não é apenas uma empresa de banco de dados, diz Andy O’Brien, vice-presidente de vendas e serviços da Greenplumpara as Américas, que usa o slogan estampado na sede da companhia, na Califónia (EUA), para definir o caminho que a subsidiária da EMC vem trilhando. Adquirida em 2010, a está se posicionando, cada vez mais, como uma aliada das organizações para lidar com Big Data.

“Negócios de diferentes setores têm hoje o desafio de manusear grandes quantidades de dados, não estruturados [como vídeo e informações de rede sociais] e estruturados, e usá-los para acelerar a receita e minimizar os riscos”, explica o executivo. “A Greenpum é parceiro estratégico nessa jornada”, completa. 

A subsidiária da EMC tem trabalhado para ampliar a participação não somente fora do País como em solo nacional para conquistar o setor de análise de dados. Trata-se, segundo O’Brien, de uma das prioridades da empresa neste ano. “Pat Gelsinger, presidente e COO da EMC, definiu três pilares que vão pautar a organização: cloud computing, infraestrutura e Big Data. Estamos no centro dessa estratégia”, observa.

De acordo com ele, a busca crescer na América Latina e especialmente no Basil. “A perspectiva de investimento de TI é enorme por aqui e as oportunidades são diversas”, sintetiza. “Queremos ser uma divisão de 1 bilhão de dólares em pouco tempo”, projeta.

No ano passado, diz, a busca por Big Data saltou e fez com que os resultados da nas Américas registrassem incremento de 380%. “A maior necessidade esteve em torno da nossa prática de data science, que aconselha clientes e os ajuda a construir linhas de atuação em Big Data”, detalha. Setores como serviços financeiros, varejo, saúde e seguradoras foram os que mais buscaram esses serviços.

O executivo aponta que a companhia tem investido em times locais e ainda no lançamento de produtos que estejam em linha com as demandas dos clientes. “Perguntamos para nossos clientes por qual razão escolheram nossas soluções e ouvimos três pontos em comum: banco de dados eficiente, soluções abertas e nosso rodamap é rápido”, lista. A também está investindo em parceiras, como a SAS para criar appliances capazes de suportar o desenvolvimento de modelos de análise de dados diretamente sobre as bases de dados, 

No mês passado, por exemplo, anunciou a versão 4.2 do Banco de Dados , que inclui interconexão de alto desempenho para Hadoop, que promete acelerar os estudos analíticos em Big Data. “Muitos clientes querem saber o que + EMC têm feito em relação ao Hadoop e essa é uma das inciativas. Vamos continuar investindo na plataforma e no seu suporte, temos um time focado no tema”, garante. “Temos por trás a EMC, o que nos dá um poder enorme”, finaliza.

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