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Apple e Dropbox lideram mercado de armazenamento em nuvem

A variedade de opções baratas e atrativas de serviços em nuvem continua a crescer. Mas de acordo com um levantamento realizado pela Strategy Analytics, o mercado norte-americano está dominado por companhias que conseguiram desenvolver bem os seus ecossistemas. O relatório aponta a Apple, cuja fusão entre serviços e hardware se tornou padrão nesse tipo de ecossistema, na liderança do ranking, seguida por Dropbox, Amazon e Google.

A Strategy Analytics avaliou quase 2,3 mil devices conectados e concluiu que o serviços iCloud e iTunes Match, ambos da Apple, eram usados por 27% dos usuários. Depois vieram Dropbox (17%), Amazon Cloud Drive (15%) e Google Drive (10%). Nenhum outro competidor atingiu mais que 4%.

O estudo conclui que a adesão desse tipo de serviço em nuvem é muito maior entre os mais jovens, particularmente, aqueles com idade entre 20 e 24 anos. Além disso, apenas a Apple atrai mais mulheres que homens. Não surpreendeu, também, o fato de que o armazenamento de música é o que mais puxa o uso do serviço, garantindo, assim, a liderança da Apple. Quase 90% dos usuários de Apple, Amazon e Google usam essas nuvens para guardar suas músicas. E mesmo o Dropbox – que não tem um ecossistema para este fim – está sendo bastante usado com essa motivação. O crescimento do Dropbox para armazenamento de músicas está ligado, ainda, à aquisição da Audiogalaxy, uma companhia de guarda de canções e streaming.

Samsung e Microsoft não aparecem na lista por terem tido uma participação pequena. No caso da Microsoft, o serviço SkyDrive já conta com mais de um bilhão de arquivos, mas a fabricante ainda trabalha na integração do serviços aos seus produtos mais populares, como Office.

A Strategy Analytics não ofereceu nenhuma estatística relacionada ao mundo corporativo, onde os benefícios da nuvem incluem o acesso rápido aos arquivos, oportunidades de ampliar a produtividade com virtualização e ferramentas de Big Data. Muitos serviços com uma proposta empresarial têm surgido no mercado, mas as companhias ainda negociam o tipo de configuração a ser liberada – nuvem pública, privada ou híbrida.

 

 

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