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AOC aposta em digital signage

A AOC acumula um histórico forte gerando negócios através do varejo. Os negócios da fabricante de telas nessa frente podem, até, serem classificados como consolidados. Justamente por isso, há cerca de um ano e meio começou a desenhar uma estratégia para atacar o corporativo. A aposta nessa frente reside na oferta de tecnologias para sinalização digital.

?Mais de 50% do nosso esforço é digital signage?, condensa Christian Yves, diretor de vendas e marketing para negócios corporativos, sinalizando os direcionamentos da divisão de B2B da companhia. De acordo com o executivo, a estratégia contempla agregar valor, interatividade e produtos que permitam convergência com outras plataformas.

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Yves trocou a Samsung pela AOC para desenvolver o projeto de posicionar a marca no corporativo há pouco mais de 18 meses. Depois de um período de preparação, colocou a estratégia na rua em novembro de 2012. O movimento começou contemplando monitores, depois tablets e, por fim, monitores profissionais que compõe o portfólio direcionado à empresas.

Atualmente, um grupo de 20 parceiros ? entre distribuidores, revendas de valor agregado e integradores ? trabalham a oferta. A fabricante trabalha de forma a fortalecer e capacitar a base para que as revendas consigam extrair o máximo de recursos dos equipamentos.

O foco comercial passa por iniciativas direcionadas às verticais: de educação (na aplicação de telas sensíveis ao toque capazes de interagir com diversos equipamentos e dispositivos que chegam como substituição de ?quadros brancos?) e saúde (com produtos com superfície adequada a não proliferação de bactérias).

O executivo cita algumas vitórias nessas frentes. Conta, por exemplo, uma licitação ganha por um canal parceiro que acarretou no fornecimento de 15 mil tablets para o Estado do Mato Grosso. ?Oferecemos mais do que hardware, mas uma solução de educação para atuar como ferramenta de ensino?, pondera. Na outra vertente, o diretor menciona um projeto de fornecimento de computadores All-in-One à Santa Casa de Porto Alegre.

?Quando começamos, o corporativo representava 3% do resultado da emprese. Hoje já responde por 9% do faturamento. Temos nos esforçado em termos modelos produtivos eficientes, preço justo e a combinação disso tem garantido o aumento nas receitas?, pondera o diretor, sinalizando que a meta para 2014 é bem realista. ?Sabemos que o mercado não está aquecido e esperamos fechar o próximo ano fechar 13 ou 14% do faturamento da companhia. O que é bastante razoável?, conclui.

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