Pelo menos um terço das ameaças disseminadas na América Latina é do tipo “dia zero”, apontou um estudo realizado pela Kaspersky Lab divulgado na terça-feira (24/05). A pesquisa ainda mostrou que malwares mais antigos ainda circulam “sem contenção” após mais de dois anos na região.
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A referência é especificamente ao verme Kido e suas variantes. Esse worm ainda está entre as ameaças mais comuns e os meios de propagação ainda são os dispositivos USB, recursos compartilhados da rede local e vulnerabilidades.
Segundo a companhia, a maior parte dos ataques ocorre diretamente na máquina do usuário, quando ele usa dispositivos USB ou se conecta a outros recursos. No entanto, 43% dos incidentes estão relacionados a ataques provenientes dos servidores de internet.
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A vulnerabilidade mais comum, e a número um encontrada nas máquinas da região, é a 41340 (classificação de acordo com a Secunia) do Adobe Reader, que permite que os criminosos acessem o sistema de forma remota.
Em segundo lugar está a vulnerabilidade 41917 da aplicação Adobe Flash Player, esse malware permite que os criminosos consigam acessar remotamente o sistema e informações confidenciais sem serem detectados pelos próprios mecanismos de segurança do sistema operacional.
O 3° lugar da lista é ocupado pela vulnerabilidade 43262, que corresponde ao Sun Java e que permite aos criminosos comprometer o sistema, passando por cima da segurança, gerando ataques de recusa de serviço na máquina comprometida e conseguindo acesso não-autorizado às informações confidenciais do usuário.
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