O executivo explica que os tempos difíceis para os administradores de rede têm muitas explicações. A mais significante foi o conhecido ataque combinado, que reúne diversas formas de infecção. Worms antigos, como o Code Red e o Nimba, e mais recentes, como Blaster e Sobig, são exemplos desse tipo de agressão que começou há três anos, fortalecidos agora em 2003.
Em resposta a essas ameaças, o diretor defende a implantação de um método de defesa mais profundo, que vá além dos tradicionais firewall e antivírus, com uma ação pró-ativa. Weafer acredita que o ideal para uma empresa é ficar alerta para programas que deixam as redes vulneráveis, a exemplo das mensagens instantâneas e dispositivos wireless. “Mas esses ataques não são a única coisa que as companhias devem se preocupar, pois elas precisam ficar atentas ao crescente número de falhas descobertas”, ressalta Vincent Weafer.
Só no começo do ano, a Symantec identificava 40 novas falhas por semana, número que em novembro chegou a 50. Além disso, uma crescente quantidade dessas vulnerabilidades – cerca de 80% – podem ser acessadas remotamente, o que facilita a ação de um hacker. Entre os problemas que o executivo enxerga para 2004 estão os cavalos de tróia, desenvolvidos para roubarinformações, normalmente financeiras.
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