Algar Telecom reforça estratégia de expansão com aquisição de 2º lote da Cemig Telecom

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, assinou na última semana, o contrato referente à aquisição do segundo lote do leilão da Cemig que compreende cidades dos estados de Goiás, Bahia, Pernambuco e Ceará. O investimento de R$ 77,8 milhões está totalmente alinhado com estratégia da empresa de expandir seus serviços no segmento corporativo para diferentes municípios do País.

Essa aquisição é mais um passo importante da companhia no processo de expansão dos serviços destinados ao mercado corporativo e permitirá uma entrada mais rápida da Algar Telecom nesses estados. Além de ampliar a capilaridade nessas localidades, também será ofertado aos clientes um portfólio de serviços mais robusto, possibilitando acelerar a entrada simultânea nas cidades e a oportunidade de conquistar mais mercados.

Em constante crescimento, a Algar Telecom vem buscando investir de forma eficiente e assertiva para ofertar seus serviços para uma gama cada vez maior de clientes. “Este ano iniciamos nossas operações no Nordeste e seguimos investindo na expansão dos negócios e integração de redes para ampliar nossos serviços corporativos. Essa aquisição traz novas possibilidades de mercado e maior capilaridade para nossa empresa”, complementa Jean Borges, Presidente da Algar Telecom.

A empresa possui uma moderna infraestrutura que atende mais de 330 cidades, em oito estados do Brasil e no Distrito Federal, e iniciou um forte processo de expansão na região sul do país em 2015, com a compra da Optitel, e este ano intensificou essa estratégia com a ativação do cabo submarino Monet, que conecta as cidades de Praia Grande e Fortaleza com a cidade de Boca Raton (Flórida), e início das operações no segundo semestre no Nordeste.

“A Algar Telecom tem como compromisso atender as necessidades dos nossos clientes prestando serviço de qualidade e atendimento diferenciado”, conclui Márcio Estefan, diretor vice-presidente de Negócios da Algar Telecom. A conclusão do negócio depende da aprovação do Cade e da Anatel.

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