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Acrilex migra aplicações de negócios para nova plataforma isCobol

A Acrilex, fabricante de tintas artísticas, migrou as aplicações de negócios da companhia para a nova plataforma isCobol, desenvolvida pela empresa Veryant. O projeto envolveu mais de 2 mil programas e 700 layouts e, com o suporte e consultoria da Interon, foi planejado e executado pela equipe de analistas da Acrilex.

Sem a necessidade de alterar o modelo de negócio, o sistema corporativo da Acrilex passa agora a contar com vantagens de custo, escalabilidade e performance de nova geração de plataformas. Os usuários dispõem de sistemas mais rápidos e amigáveis e a TI simplifica a evolução da arquitetura de dados e dos serviços.

Patrícia Del Santi, gestora de TI da Acrilex, cita três fatores que pesaram no projeto: o aproveitamento do legado; a experiência da Interon de migração do Cobol antigo; e o modelo comercial e de suporte. “No primeiro momento após a implementação, o maior ganho, destacado pelos próprios usuários, foi de performance. Em uma aplicação, o tempo de geração de relatório foi reduzido à metade. Outro problema que deixamos de ter foram as paradas por reinicialização do servidor, antes frequentes para liberar o acesso a arquivos”, conta.

Patrícia observa que a arquitetura do isCobol, além de resolver os gargalos imediatos, elimina obstáculos a futuras atualizações de plataformas de sistema operacional e servidor. “Hoje estamos com Linux, mas a portabilidade das aplicações rodando em isCobol é um grande facilitador”, diz. Outro feito da modernização do Cobol, destacado por Del Santi, é a oportunidade de revitalizar a interface das aplicações, com os recursos de IDE (ambiente de desenvolvimento integrado) do isCOBOL.

Junto à atualização da infraestrutura, a companhia também aproveita a mudança tecnológica e a retaguarda da Interon para reformular a arquitetura de dados, com uma base consolidada sobre a plataforma DBMaker. Desenvolvido pelo The Syscom Group, o banco de dados relacional (RDBMS) serve diretamente às aplicações Cobol, ao mesmo tempo em que torna as informações disponíveis a ferramentas de análise, aplicativos periféricos e outros serviços. A gestora de TI esclarece que, neste momento, a equipe de TI ainda está na fase de planejamento da mudança em algumas aplicações, em que se substituiriam arquivos ISAM (método de acesso indexado sequencial) por chamadas ao DBMaker. “Temos centenas de arquivos ISAM e vamos aproveitar para remodelar as bases e tabelas antes de concluir a migração”, diz.

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