Os negócios na área de alto processamento – que compreende os mainframes e servidores high-end – vêm sendo disputados de perto. O diretor de vendas de sistemas de armazenamento da IBM para a América Latina, Carlos Carreras, confirma que o acordo tem como alvo a fatia de mercado da EMC, uma de suas mais fortes concorrentes, que faturou US$ 6,7 bilhões no ano passado.
Apesar da união tecnológica, as estratégias comerciais estarão separadas. “A IBM vai continuar a fazer os investimentos em storage que já haviam sido anunciados”, ressalta Carreras. São US$ 40 milhões em todo o mundo, num prazo de doze meses, que estão sendo investidos em software, desenvolvimento e equipes de vendas.
Pelo negócio, a Compaq e IBM vão criar interoperabilidade entre seus sistemas e comparilhar soluções. O software Tivoli, desenvolvido pela IBM para gerenciamento de ambientes em geral, inclusive dados, passará a integrar as soluções de storage da Compaq. Já a IBM também irá utilizar a linha StorageNetworks, da Compaq.
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