Por toda de todo o contexto de saúde atual, espera-se que a próxima Black Friday, que ocorrerá em 27 de novembro, aconteça em grande parte por meio de canais digitais. Por conta disso, muitas empresas do varejo tradicional aceleraram a adoção de plataformas de venda digital; processo que, se não realizado da forma correta, pode aumentar riscos com a segurança da informação e proteção de dados.
“Como ainda temos que cumprir algumas medidas de proteção contra a Covid-19, a tendência é que as pessoas deem preferência para adquirir produtos em ambiente online. Os fraudadores estão atentos a esse comportamento e, certamente, já estão se movimentando para explorar as vulnerabilidades das marcas e do comportamento do consumidor”, explica Rafael Sampaio, country manager da Etek NovaRed.
Ataques de phishing (roubo de dados) e ransomwares (sequestros de dados) são exemplo de crimes on-line que devem aumentar neste período, de acordo com a empresa de segurança.
Para auxiliar as estreantes no e-commerce e aquelas que estão no ambiente digital há mais tempo, o executivo recomenda duas práticas importantes: proteção de aplicações de e-commerce por meio de firewall de aplicação e monitoração de segurança da marca.
Estima-se que 70% dos códigos usados pelos APPs e sistemas de e-commerce sejam baseados em códigos desenvolvidos por terceiros, some a isso que como resposta a pandemia muitas empresas migraram para a venda e operação online às pressas, em grande parte sacrificando protocolos e melhores práticas de segurança.
A recomendação é que a modelagem de segurança seja tratada deste a etapa de projeto, o que universalmente chamamos de security by design. “É importante ressaltar que, no mercado, existem soluções com relação custo e performance para diferentes budgets, além de alternativas que operam 100% na nuvem, garantindo mais flexibilidade para o negócio”, destaca Sampaio.
Principalmente em períodos sazonais, como a Black Friday, aumentam de maneira significativa as tentativas de ataque dos cibercriminosos por meio de campanhas de phishing, caracterizadas por e-mails, whatsapp e SMS maliciosos que tentam simular comunicações originais de uma marca.
Ao contratar Serviços Gerenciados, a organização, além de ter uma versão bastante evoluída dos tradicionais antivírus, ainda conta com inteligência artificial e humana especializada para monitorar, analisar e mitigar ameaças no ambiente cibernético de maneira ininterrupta.
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