Desde que adquiriu a Ericsson Enterprise do Brasil, em maio de 2008, a Aastra tem trabalhado apenas com os canais e revendas que já faziam parte da antiga companhia. Ao todo, são cinco distribuidoras – Binário, Damovo, Wecom, Fortt e Rijan – responsáveis por gerir 50 revendas que atuam em todo o Brasil.
Porém, o plano da companhia canadense mudou, e agora está atrás de cadastrar novas revendas à sua base de parceiros, para expandir a oferta de soluções e aumentar a presença de mercado no País. ?O Brasil representa 5% do faturamento global da Aastra e queremos dobrar essa participação até o final de 2012. Na América Latina, o País é responsável por 60% do número de vendas da empresa?, afirmou o diretor-geral da Aastra, Luis Henrique Fagundes.
A campanha se baseia em uma simples abordagem: a fabricante lançou um novo site, onde as revendas poderão se cadastrar e comprar as soluções de telecomunicações da empresa canadense e ajustar a oferta conforme a carteira de clientes. ?Funciona como um e-commerce. Queremos que novas empresas passem a trabalhar com nossos produtos, que atendem ambientes digitais e analógicos, e englobam desde PABX híbridos e full IP, até softswitches, gateways, aparelhos telefônicos IP SIP, soluções de contact center e aplicações de software?, explica o executivo. ?As revendas podem trabalhar junto aos canais, se assim quiserem?, complementou.
O papel dos canais também é de rápida compreensão: enquanto as revendas trabalham pedidos menores e mais centralizados, os canais são responsáveis por atender a grandes demandas, como a criação da infraestrutura de contact centers, redes de telecomunicações para bancos; ou seja, atendimentos mais complexos.
Os parceiros são distribuídos entre os níveis Authorized, Advanced e Premiun, que devem ter, respectivamente, faturamentos de até 600 mil dólares, 2 milhões de dólares e 6 milhões de dólares.
Além disso, os níves Authorized e Advanced devem atender, respectivamente, com 6 e 16 pessoas treinadas e especializadas nas soluções da Aastra, além de contar com um laboratório para efetuar testes dos produtos. O nível Premiun requer 26 pessoas treinadas e manter uma estrutura que funcionará como show room das soluções para os clientes. ?Dessa forma compreendemos que vamos manter a qualidade do atendimento, trabalhando junto ao parceiro no desenvolvimento desses ambientes?, explicou.
A região Sudeste é o principal mercado de atuação da Aastra, seguido de perto pelo Sul, principalmente no Rio Grande do Sul. ?A ideia é agregar clientes no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além de ampliar os existentes nos nossos maiores mercados?, disse Fagundes. A empresa conta com um plano arrojado para a Copa do Mundo de 2014, e já conta com representantes nas cidades-sedes dos jogos do Mundial. ?A princípio é isso que podemos falar, mas a Aastra quer mais parceiros para atender a essa possível demanda?, comentou.
No ano passado, a companhia canadense faturou 800 milhões de dólares em todo o mundo, sendo que o principal mercado consumidor da Aastra é a Europa, principalmente a Alemanha.
A Unico, empresa brasileira especializada em identidade digital e biometria facial, ingressou com ações nas…
A Salesforce anunciou parceria com a FIFA como apoiadora oficial da Copa do Mundo de…
Neil Redding será o palestrante de abertura do IT Forum Praia do Forte 2026. Com…
Apesar da consolidação da computação em nuvem como um dos pilares da transformação digital, uma…
As equipes de segurança cibernética enfrentarão um cenário cada vez mais complexo nos próximos anos,…
Apenas uma em cada três pessoas dos Estados Unidos aprova o ritmo acelerado de construção…