Antes de prosseguir esta série de colunas sobre o lançamento das aceleradoras gráficas Radeon HD 6800 da AMD deixe-me esclarecer um ponto: as colunas têm como objetivo não mais que a cobertura do lançamento de um produto.
A intenção é divulgar entre os interessados no produto as novidades da nova versão conforme informações fornecidas pelo fabricante. As colunas não incluem a descrição de testes de desempenho nem a comparação das características das placas da série HD 6800 com as concorrentes. Mesmo porque, não sendo eu um especialista em aceleradoras gráficas nem um usuário habitual de jogos de computador (a palavra a empregar seria “gameiro”, mas além de agredir a gramática soa muito mal…) me faltam conhecimentos teóricos e práticos para tanto. Conhecimentos que sobram à boa parte dos leitores (a maioria, desconfio eu) destas mal traçadas. Mas penso eu que meus quase vinte anos de experiência como colunista de informática, calejado na cobertura de eventos similares, e meu razoável conhecimento sobre arquitetura de computadores, me habilitam a escrever sobre o lançamento de um produto. Portanto, quem seguir adiante, favor ter em mente minhas limitações, das quais estou perfeitamente ciente.
Isto posto, vamos ao EyeFinity, um negócio realmente sensacional. Que não consiste, como parece pensar muita gente (inclusive eu antes de experimentá-lo) no simples alvitre de estender a área de trabalho para três ou mais monitores. É mais que isso, como logo veremos. Mas para que possamos entender exatamente como a Radeon conseguiu realizar sua proeza (que, é bom que se diga, não foi lançada com a série HD 6800, mas bem antes dela; a série HD 6800 apenas a aperfeiçoou), vamos dar uma espiada nos avanços tecnológicos incorporados à nova série que permitiram melhorar a EyeFinity.
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