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5G tende a tornar as redes 3G e 4G mais rápidas

Grande parte da animação na feira de tecnologia Mobile World Congress, que acontece no fim do mês em Barcelona, será sobre o 5G, que não existirá oficialmente até 2020. Mas as empresas vão mostrar novas maneiras para acelerar as redes 3G e 4G que as pessoas usam hoje em dia.

Isso significa mais do que 4G, porque, apesar de o LTE receber toda a cobertura da mídia, os serviços mais antigos são mais comuns do que você pensa. Pouco mais da metade das assinaturas mobile do mundo (51%) são apenas para serviço 2G, segundo o analista da Tolaga Research, Phil Marshall. Quase um terço são limitadas ao 3G, enquanto apenas 15% são 4G. Mesmo em 2020, apenas 48% das assinaturas serão para 4G.

Alguns usuários estão presos em uma rede mais lenta porque não fizeram o upgrade para um celular mais rápido, e algumas das assinaturas apenas de 2G são para máquinas conectadas que não precisam de mais velocidade. Mas há muitos usuários móveis que poderiam aproveitar um ganho de desempenho mesmo antes da chegada do 5G.

As empresas trabalhando para resolver isso em um nível global no MWC vão incluir a Ericsson e a Nokia, duas das maiores fabricantes de equipamentos de rede do mundo.

A Ericsson diz que pode dobrar o desempenho de redes 3G WCDMA sem substituir equipamentos em locais de células. Uma nova melhoria de software que a empresa chamada de Flow of Users dá aos assinantes uma maneira melhor de compartilhar a capacidade do local, diz a Ericsson. Entre outras coisas, o recurso controla quantos aparelhos estão ativos na rede em um determinado momento para que sejam muitas pessoas tentando compartilhar a célula. Isso significa que todo usuário recebe uma velocidade maior quando está na célula e também pode sair mais rapidamente, abrindo caminho para o próximo aparelho na linha.

O Flow of Users costuma acelerar o serviço em cerca de 50%, e faz parte de um conjunto de tecnologias que podem dobrar as velocidades de download médias de redes 3G. Uma velocidade de download de 2Mbps é típica para 3G, e novas melhorias podem levar esse valor a até 4Mbps, segundo a Ericsson. A tecnologia vai chegar ao mercado no segundo trimestre de 2016.

Para lugares que ainda nem possuem 3G, a Ericsson vai introduzir uma maneira para as operadoras lançar isso em equipamento 2G. O que é novo é um componente de hardware chamado Ericsson Intelligent Antenna Sharing. Ao reutilizar a maioria do seu equipamento 2G, as operadoras podem cortar o custo de organizar e adotar o 3G em mais de 60%, afirma a empresa.

O 4G também está ficando mais rápido. Tanto a Ericsson quanto a Nokia mostram maneiras para aumentar a capacidade de redes LTE com nova tecnologia de antena e modos de combinar diferentes bandas de frequência. As operadoras móveis nem sempre conseguem uma única banda com todo o espectro de que precisam, mas com a agregação de operadoras (carrier aggregation), parte do LTE-Advanced, elas podem reunir bandas separadas.

A agregação de operadoras já levGrande parte da animação na feira de tecnologia Mobile World Congress, que acontece no fim do mês em Barcelona, será sobre o 5G, que não existirá oficialmente até 2020. Mas as empresas vão mostrar novas maneiras para acelerar as redes 3G e 4G que as pessoas usam hoje em dia.

Isso significa mais do que 4G, porque, apesar de o LTE receber toda a cobertura da mídia, os serviços mais antigos são mais comuns do que você pensa. Pouco mais da metade das assinaturas mobile do mundo (51%) são apenas para serviço 2G, segundo o analista da Tolaga Research, Phil Marshall. Quase um terço são limitadas ao 3G, enquanto apenas 15% são 4G. Mesmo em 2020, apenas 48% das assinaturas serão para 4G.

Alguns usuários estão presos em uma rede mais lenta porque não fizeram o upgrade para um celular mais rápido, e algumas das assinaturas apenas de 2G são para máquinas conectadas que não precisam de mais velocidade. Mas há muitos usuários móveis que poderiam aproveitar um ganho de desempenho mesmo antes da chegada do 5G.

As empresas trabalhando para resolver isso em um nível global no MWC vão incluir a Ericsson e a Nokia, duas das maiores fabricantes de equipamentos de rede do mundo.

A Ericsson diz que pode dobrar o desempenho de redes 3G WCDMA sem substituir equipamentos em locais de células. Uma nova melhoria de software que a empresa chamada de Flow of Users dá aos assinantes uma maneira melhor de compartilhar a capacidade do local, diz a Ericsson. Entre outras coisas, o recurso controla quantos aparelhos estão ativos na rede em um determinado momento para que sejam muitas pessoas tentando compartilhar a célula. Isso significa que todo usuário recebe uma velocidade maior quando está na célula e também pode sair mais rapidamente, abrindo caminho para o próximo aparelho na linha.

O Flow of Users costuma acelerar o serviço em cerca de 50%, e faz parte de um conjunto de tecnologias que podem dobrar as velocidades de download médias de redes 3G. Uma velocidade de download de 2Mbps é típica para 3G, e novas melhorias podem levar esse valor a até 4Mbps, segundo a Ericsson. A tecnologia vai chegar ao mercado no segundo trimestre de 2016.

Para lugares que ainda nem possuem 3G, a Ericsson vai introduzir uma maneira para as operadoras lançar isso em equipamento 2G. O que é novo é um componente de hardware chamado Ericsson Intelligent Antenna Sharing. Ao reutilizar a maioria do seu equipamento 2G, as operadoras podem cortar o custo de organizar e adotar o 3G em mais de 60%, afirma a empresa.

O 4G também está ficando mais rápido. Tanto a Ericsson quanto a Nokia mostram maneiras para aumentar a capacidade de redes LTE com nova tecnologia de antena e modos de combinar diferentes bandas de frequência. As operadoras móveis nem sempre conseguem uma única banda com todo o espectro de que precisam, mas com a agregação de operadoras (carrier aggregation), parte do LTE-Advanced, elas podem reunir bandas separadas.

A agregação de operadoras já levou a demonstrações de velocidades na casa dos gigabit em LTE. A Ericsson mostrou 1GBps com a operadora australiana Telstra usando cinco bandas diferentes reunidas. Agora a empresa diz que pode ir ainda mais rápido e fazer isso com apenas três bandas, em parte usando antenas que enviam streams múltiplos de dados por vários caminhos. Essas habilidades também serão lançadas no segundo trimestre.

A Nokia diz que vai não apenas unir duas bandas de frequência, mas também permitir que aparelhos móveis usem bandas de células diferentes. A empresa finlandesa já demonstrou velocidades de 4.1Gbps com as operadoras China Mobile e Ooredoo, do Qatar. Assim como a Ericsson, a Nokia estará no MWC com formas mais avançadas de agregação de operadoras e beamforming.

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