Conquistar a tão sonhada vaga de emprego é desafiador, mas não impossível. Augusto Nogueira, Estrategista de Dados de Comunidade da Eureca, empresa focada no desenvolvimento profissional de jovens, acredita que todo candidato deve reunir cinco importantes características para conquistar o recrutador: empatia, vulnerabilidade, consciência, autogestão e diversidade.
O especialista listou cinco dicas que prometem dar uma nova perspectiva ao assunto:
Em um processo seletivo, todos estão no mesmo barco. Aquele mar de desconhecidos também deseja conquistar a vaga e também está sob tensão para os desafios. O segredo, então, consiste em questionar a si mesmo e entender como é possível se superar frente a todos esses obstáculos. O resultado pode ser um ambiente onde todos performam melhor e compartilham seus receios, construindo um senso de coragem coletiva.
Lembra daqueles conceitos de super-heróis? Nós sabemos que eles têm lá seu potencial, mas coragem, perseverança e resiliência, para nós, nasce de outro lugar: da vulnerabilidade. Conhecer suas imperfeições é se aprofundar de sua consciência, logo, a vulnerabilidade nunca é fraqueza, mas sim verdade e a real coragem. É compreender suas fraquezas, assumi-las e trabalhá-las. Isso é o que um verdadeiro líder faz – e os avaliadores vão saber reconhecer isso.
As perguntas serão muitas. Por que prestar esse processo seletivo? Você quer mesmo isso? Você está certo? Você está errado? A rotina agitada nos faz agir mais do que pensar. Eis o erro. É preciso parar, analisar, pensar com qualidade e calma para, então, agir. Essa é uma atitude simples que só tende a trazer bons frutos: decisões corretas e relevantes para seu crescimento e clareza de atitudes,
Termos como “responsável”, “autogerido(a)”, “accountable”, “organizado(a)”, “bom/boa com metas”, entre outros, são cada vez mais encontrados em descrições de vagas em diferentes empresas. A Autogestão é um valor e metodologia que quando demonstrado pode contar muitos pontos em um processo de seleção de talentos. Mas como aplicar isso? Pratique no dia a dia. No nível individual, por exemplo, isso se dá através da utilização de ferramentas (Trello, Google Calendar) e constante senso de autorresponsabilização nas atividades
de rotina.
Diversidade não se treina, se explora. É preciso sair da bolha e consumir conteúdos fora de seu padrão pessoal, estar aberto a aceitar, valorizar, aplicar e ser diversidade. Isso é algo que flui de acordo com experiências vividas e conversas com pessoas diferentes e algo que muda não só o ambiente de trabalho, mas todas as áreas da vida.
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