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“Internet das coisas“ ganhará visibilidade em 2013, prevê a CA Technologies

Maior visibilidade da “Internet das Coisas”, o crescimento do mercado de Big Data, a adoção de plataformas públicas de cloud computing estão entre as previsões da CA Technologies quanto à evolução do mercado de TIC em 2013. Além disso, a empresa considera que a identidade fortemente autenticada passará a perímetro principal da segurança de TI.
Confira:

1 – Big Data continuará a crescer: na opinião da CA, 2013 será marcado pelo surgimento dos administradores de Big Data, que irão desempenhar um papel fundamental na utilização de novas tecnologias e poder de processamento para análise dos dados e a sua aplicação empresarial. Os projetos de Big Data começarão a apresentar um ROI capaz de ser demonstrado.

Tal como acontece com a cloud, as definições ganharão maturidade e deverão permitir a comprovação da entrega de valor ao negócio.As informações oferecidas por tecnologias de  Big Data vão permitir aumentar a liderança da TI em matéria de inovação.

2 – As empresas adotarão a cloud pública: as empresas vão adotar serviços de cloud pública, estimuladas pela expansão da oferta dos fornecedores de serviços, como as empresas de telecomunicações, que já ganharam a confiança das organizações. Por outro lado, o burburinho gerado em torno da “cloud” será cada vez menor à medida que as pessoas forem percebendo que se trata apenas de uma forma de fazer negócios.

As indústrias verticais, como é o caso da área da saúde, vão liderar esta tendência, considerando o seu impacto na segurança, no valor dos serviços especializados e na capacidade de estar compliance sem aumentar custos. O mainframe irá deslocar-se mais rapidamente para a cloud à medida que as empresas que já passem a tirar o máximo proveito dessas infraestruturas.

A adoção de uma cloud privada alojada externamente também vai aumentar durante os próximos anos.

3 –  A identidade passará a ser o novo perímetro: usuários empresariais passarão cada vez mais a desconhecer limites de tempo e de espaço. À medida que adotam serviços em cloud computing e colaboram globalmente com clientes e parceiros externos a partir de vários dispositivos, eles eliminam o perímetro de TI tradicional.

Os profissionais de segurança de hoje encontram-se numa guerra sem fronteiras com várias frentes e um aliado comum – a identidade. A identidade fortemente autenticada será o novo perímetro, que dará forte ênfase à redução dos riscos no ponto de autenticação, assinalando o fim da password tal como a conhecemos hoje.

Como tal, espera-se a expansão da adoção de modelos de autenticação avançados. Veremos ainda a autenticação tendo por base o dispositivo, a transação e a localização e muitos outros aspectos. Assistiremos a uma movimentação da indústria para métodos de autenticação mais inteligentes, tais como reconhecimento de imagem, a autenticação baseada em telefonia móvel, áudio e biometria.

Mas isto não será suficiente, a segurança tenderá a ter mais em conta o conteúdo baseando-se no tipo de dados, e como estes são classificados. E toda esta informação, bem como a identidade e o papel do usuário, será usada para guiar os direitos de acesso.

4 – Tecnologia será o sétimo sentido: haverá um aumento da exploração de tecnologias sensoriais nos mais modernos dispositivos móveis à medida que a ‘Internet das Coisas’ se torne mais visível. Tudo fica mais inteligente à medida que os sensores vão sendo incorporados numa ampla gama de dispositivos – desde os domésticos até àqueles que ativam aplicações em áreas tão diversas como gestão de desastres, TI na saúde, redes de transportes, redes inteligentes, Smart Grids, entre muitos outros exemplos.

Estas tecnologias vão fazer com que exista uma necessidade adicional sobre as TI para que seja capaz de gerir, de armazenar, de analisar e de garantir a segurança do tráfego de dados, da privacidade e dos terminais, de acordo com a CA.

5 – Mobilidade e redes sociais reforçarão seu protagonismo: as empresas vão começar a desenvolver aplicações não apenas tendo em mente as plataformas móveis/sociais, mas principalmente para as plataformas móveis/sociais, relegando as plataformas tradicionais para segundo plano.

A consumerização irá acelerar de ritmo à medida que formos assistindo ao fim da resistência das empresas em aceitar a experiencia de utilização rica e imersiva a que os consumidores estão habituados nas aplicações móveis. Em simultâneo, a gestão da TI móvel e social vai ser cada vez menos sobre como gerir e proteger os dispositivos em si, e mais sobre como gerir e proteger as aplicações e os dados móveis, sem prejuízo da qualidade da experiência do usuário.

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