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2 lições bacanas sobre o Google fora do ar

De repente, o mundo online quase parou (se não fosse o Facebook ou Twitter): alguns usuários começaram a reclamar nas redes sociais que alguns dos serviços do Google (Search, Gmail e Youtube) caíram, estavam fora do ar.

O Google, por meio de sua assessoria, não informou nenhuma falha – o que pode te fazer pensar que ‘ah, eles estão se defendendo’, mas ainda não é o caso. Na página de status (ao lado) do Google também está tudo normal.

Os serviços do Google, de acordo com alguns usuários, saíram do ar às 14h de hoje (26/11) e voltaram a se estabilizar logo após às 17h30. Alguns amigos do Facebook chegaram a ficar cerca de 2h sem acesso ao maior site de buscas do mundo, e a todas as ferramentas do Google. O Bing mandou um abraço, aliás.

A revolta dos usuários foi bastante notada no Twitter e muito curtida no Facebook, onde já apareceram memes e várias piadas e brincadeiras sobre o fim do mundo.

Em uma rápida pesquisa no meu perfil do Facebook (vamos considerar que tenho 1,6 mil amigos), perguntei quais usuários tinham ficado verdadeiramente sem acesso. O resultado? O problema está, em sua maioria, concentrado em alguns usuários do sistema Virtua, da NET – que é controlada pela America Móvil, também proprietária da Claro. Obviamente, alguns outros usuários do Speedy, CTBC, Tim Fiber, entre outros, também ficaram sem o acesso ao Google, mas o grande problema foi notado entre os clientes da NET.

Mas, que fique claro, obviamente ocorreu um erro no Google, por toda a caracterização do problema em si, mas ainda não temos posicionamento oficial sobre o que pode ter originado algo na base dos serviços.

Toda essa revolta me ensinou duas coisas, e seria um prazer contar com seus comentários para complementar:

1. Falta de referência. O usuário brasileiro ainda não sabe usar as redes sociais a seu favor. O correto seria não apenas para reclamar e alertar nas redes sociais – atitude correta -, mas também questionar os perfis de suas operadoras para saber o que está acontecendo, pois essa é a força do mundo social – vocês pagam pelo serviço. Falta essa referência de buscar a resolução na fonte; não é apenas causar tumulto.

Novamente, não estou descartando o fato de que é no mínimo curioso o Facebook funcionar, enquanto o Google estava indisponível, o que caracteriza apenas um problema do site e não da rede, mas vale lembrar que a melhor forma de defesa na internet e ter um embasamento completo da situação, principalmente do ponto de vista do cliente. É uma questão de comportamento e não tecnologia.

2. Alta dependência. Esse é óbvio, né? Essa grande revolta de ficar sem os serviços do Google mostra o quanto a Microsoft, com o Bing, está muito atrás na batalha pelos usuários e campanhas online, pois a indisponibilidade mostrou que ninguém busca por algo além do que o Google proporciona. Problema para todos os concorrentes (Ask, Yahoo etc).

Quando o Google se pronunciar, atualizo essa nota, pois, afinal, todos nós somos usuários e odiamos ficar sem as respostas corretas.

Fora os memes engraçados e as piadas de fim de mundo, o que mais aprendemos com a indisponibilidade do Google? Seria legal contar com seu comentário.

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