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13 anos depois: iPhone chega a quase 2 bilhões de unidades vendidas

O iPhone chegou aos 13 anos de idade nesta quinta-feira (9) de janeiro. Em 2007, Steve Jobs apresentava o dispositivo que revolucionaria as telecomunicações e muitos modelos de negócios durante a Macworld Conference & Expo, em San Francisco (EUA).

Com design inovador, tela touch e interface intuitiva, o dispositivo rapidamente ganhou o mundo. Para o desenvolvimento do aparelho, a Apple investiu US$ 150 milhões e empregou cerca de 1 mil pessoas para trabalhar no projeto – que foi concluído após 30 meses. Embora o iPhone tenha recebido elogios desde o início, poucos poderiam prever que as vendas totais de unidades chegariam a 1,5 bilhão cerca de uma década depois.

Apesar de não divulgar quantos novos iPhones são vendidos, analistas estimam que a gigante da tecnologia está cada vez mais perto de atingir 2 bilhões de unidades comercializadas. Especialistas consultados pela Bloomberg afirmam que a Maçã está próxima de vender 195 milhões de iPhones no ano fiscal de 2020.

Caso seja confirmado, o número representará crescimento em relação aos estimados 186 milhões de iPhones comprados no ano passado, fazendo com que a companhia atinja a marca de, aproximadamente, 1,9 bilhão de aparelhos vendidos desde o seu lançamento. Desde a sua apresentação, o iPhone passou por grandes transformações, assim como a Apple como um todo.

Hoje, o mercado de smartphones está marcado por intensa concorrência e, embora a Maçã ainda dependa da venda de novos dispositivos, o seu modelo de negócios está cada vez mais vinculado ao ecossistema que cerca o iPhone. Para desviar a atenção dos investidores nas vendas individuais de iPhones e outros produtos, incluindo iPads e iMacs, a Apple parou de divulgar os números no início do ano passado. Se as previsões dos analistas estiverem corretas, o número de iPhones vendidos em 2019 será bem menor do total comercializado nos melhores anos do smartphone da Apple: 2015, 2016, 2017 e 2018.

Apesar disso, a empresa deve gerar receita recorde neste ano, ultrapassando os US$ 275 bilhões graças ao seu modelo de negócios em transformação. Seja como for, não há dúvidas de que a venda de iPhones segue importante para a Apple, já que a companhia tem em seus produtos a fonte dominante da sua receita – e o iPhone é o principal participante nessa fatia. Além disso, grande parte do crescimento da receita de serviços da Maçã só tem sido possível por conta de todos os iPhones que circulam ao redor do mundo.

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